1 de outubro de 2016

ONU nomeia primeiro investigador de “discriminação” LGBT


ONU nomeia primeiro investigador de “discriminação” LGBT

Julio Severo
O Conselho de Direitos Humanos da ONU nomeou Vitit Muntarbhorn da Tailândia como o primeiro investigador da ONU encarregado de investigar políticas “homofóbicas,” inclusive “violência” e “discriminação” com base na orientação sexual e identidade de gênero.
Vitit Muntarbhorn
Essa iniciativa é o resultado de uma resolução pioneira apresentada na ONU por um governo socialista brasileiro do passado.
A nomeação de Muntarbhorn está sendo celebrada e louvada por ativistas homossexuais no mundo inteiro. A ILGA (Associação Internacional de Gays e Lésbicas) disse: “Para nós, é particularmente apropriado que ele seja nomeado para essa posição no aniversário de dez anos dos Princípios de Yogyakarta que ele ajudou a co-presidir em 2006. Pelo fato de que a ILGA realizará sua 28ª Conferência Mundial na Tailândia no final deste ano, parece muito apropriado que comemoremos isso na pátria dele enquanto ele assume esse novo posto.”
Os Princípios de Yogyakarta promovem a agenda gay usando a retórica ideológica de direitos humanos, orientação sexual e identidade de gênero. Além de ter sido o co-presidente de Yogyakarta, Muntarbhorn foi assessor técnico do Programa de Desenvolvimento da ONU sobre questões LGBTQ na Ásia.
Entretanto, nem todos estão celebrando. A revista Istoé disse que a nomeação recebeu críticas duras da Rússia e acrescentou: “Mas diversos governos já indicaram que vão fazer de tudo para impedir o trabalho do relator. Durante a semana, Moscou acusou a iniciativa de ser um desperdício de dinheiro. ‘Isso se trata da vida privada das pessoas e não precisa de um sistema de proteção particular,’ disse o Kremlin. A diplomacia de Vladimir Putin também deixou claro que não estava satisfeita com a maneira pela qual a ONU tem lidado com a questão de direitos humanos. Alexey Borodavkin, embaixador russo na ONU, disse esperar que investigações como a de Muntarbhorn ‘levem em conta a tradição e a religião’ de um país.”
O atentado numa boate homossexual de Orlando, o qual foi cometido por um terrorista islâmico, vem sendo usado como o exemplo mais importante de que os homossexuais precisam de proteção e intervenção da ONU. Aliás, esse exemplo foi especificamente mencionado durante a nomeação de Vitit Muntarbhorn, que estabelecerá contatos com ativistas e organizações LGBT no mundo inteiro e se envolverá com governos e a sociedade civil para fazer recomendações para combaterem a “violência” e a “discriminação” contra os homossexuais.
Ainda que a missão do investigador da ONU use palavras sobre combater a “violência” e a “discriminação,” as mesmas palavras têm sido usadas no mundo inteiro para forçar o “casamento” homossexual, uso de banheiros femininos para homens transgêneros, “direitos” LGBT de impor doutrinação homossexual para crianças nas escolas e muito mais.
O investigador da ONU tem a missão de coletar relatórios e queixas de grupos e indivíduos homossexuais do mundo inteiro e ele usará então essas queixas junto com o arsenal total do Escritório do Alto Comissário de Direitos Humanos da ONU para pressionar governos a revogar suas leis que protegem o casamento, a família, as crianças e os valores religiosos e culturais.
Tipicamente, grupos e indivíduos homossexuais no mundo inteiro tratam como “violência” e “discriminação” todo esforço para barrar um desfiguramento legal do casamento e tentativas de proibir a doutrinação homossexual nas crianças. O Rev. Scott Lively, um pastor pentecostal, vem sendo legalmente perseguido porque grupos homossexuais, com a assistência da máquina legal socialista de George Soros, interpretaram que sua pregação contra a homossexualidade equivale à violência. Eles estão acusando Lively de “Crimes contra a Humanidade”! O investigador da ONU concederá vitória para os ativistas anti-Lively e rotulará pastores, padres e pregadores como “Criminosos contra a Humanidade”?
A Rússia foi vigorosamente condenada, marginalizada e isolada pelo governo dos EUA e pela União Europeia desde a aprovação de uma lei russa que proíbe propaganda homossexual para crianças e adolescentes. O investigador da ONU oficialmente condenará como “criminosos,” “violência” e “discriminação” os esforços russos para proteger suas crianças e adolescentes contra a propaganda homossexual?
Em 2011, o PayPal fechou minha conta definitivamente, depois de uma campanha orquestrada pela organização homossexualista americana AllOut. Para mim, o PayPal explicou que estou desqualificado para receber doações de meus amigos e leitores porque “você não é uma organização registrada sem fins lucrativos”. Para AllOut, o PayPal explicou que fechou minha conta porque “Levamos muito a sério quaisquer casos em que um usuário incitou ódio, violência ou intolerância por causa da orientação sexual de uma pessoa.” Meu caso foi denunciado em manchete pelo WND (WorldNetDaily) na reportagem “PayPal coloca Julio Severo na lista negra.” Meu caso foi noticiado também na época por uma TV católica nos EUA (neste link: https://youtu.be/fSSjmMwQNn4) O ChristianPost, uma das maiores mídias evangélicas dos EUA, também fez cobertura televisiva do meu caso (neste link: https://youtu.be/oZ8fzSkiB5A)
O investigador da ONU não só ficará do lado de AllOut, mas também recomendará a mesma negação de serviços de transação financeira aos cristãos como castigo por sua “homofobia” — opiniões bíblicas opostas às práticas homossexuais?
Esse cenário não é impossível de acontecer. No ano passado, os EUA nomearam o homossexualista Randy Berry como o primeiro embaixador mundial para promover a agenda homossexual. Sem demora, ele falou sobre a Rússia e a Arábia Saudita numa viagem ao Brasil. A revista Istoé lhe perguntou: “Os EUA criticam a Rússia por ser tão autoritária com as mulheres e os gays, mas, ao mesmo tempo, mantêm relações próximas com países como a Arábia Saudita, que faz pior. O sr. se sente constrangido com essa situação?”
Em sua resposta, Berry se absteve de condenar a ditadura saudita, que mata homossexuais. Ainda que a Istoé retratasse a Rússia numa luz ruim na questão homossexual, o único “crime” da Rússia é ter uma lei que proíbe a propaganda homossexual para crianças. É crime proteger as crianças de tal propaganda? Assim parece, pois o governo dos EUA tem usado todo esforço para condenar sistematicamente a lei russa, que não ordena a morte de homossexuais. Mas a Arábia Saudita tem sido poupada de tais condenações sistemáticas americanas por assassinar homossexuais.
Se até mesmo os EUA não têm sido justos e honestos nas questões que envolvem a agenda gay, como é que a ONU poderia ser mais justa e honesta?
A nomeação do investigador da ONU foi aprovada por nações socialistas, inclusive nações membros do “Principal Grupo LGBT,” um grupo dentro da ONU de onze país comprometidos em realizar “ações conjuntas” para promover direitos LGBT. O “Principal Grupo LGBT,” liderado pelos EUA, é composto pela União Europeia, Israel e Brasil.
Desde o atentado na boate homossexual de Orlando, o governo de Obama, com o arsenal total do governo dos EUA, e o “Principal Grupo LGBT” vêm pressionando a ONU para liderar uma campanha para avançar a agenda gay no mundo inteiro. A nomeação de um investigador da ONU é resultado do esforço deles.
O atentado de Orlando deveria ser usado pelo governo dos EUA para pressionar a ONU a condenar a violência islâmica mundial, mas está sendo usado para construir uma máquina legal mundial para atormentar e censurar opiniões morais e cristãs opostas à conduta homossexual.
Com informações de Istoe, ILGA, Human Rights Campaign e Observatório Internacional da Família.
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30 de setembro de 2016

Família Bush: falsos conservadores


Família Bush: falsos conservadores

Joseph Farah
Um dos piores erros que Ronald Reagan fez foi nomear George H.W. Bush como seu vice em 1980.
Os EUA ainda estão pagando o preço por isso hoje — 36 anos depois.
Para os que são jovens demais para recordar, Bush pai fez campanha contra Reagan na indicação presidencial daquele ano. Não foi uma competição amistosa.
Foi Bush pai quem apelidou o plano de economia de oferta de Reagan de “economia de vodu.” Ele errou feito. Reagan não estava simplesmente oferecendo uma teoria. Ele estava astutamente oferecendo a mesma prescrição para a economia estagnada dos EUA que foi empregada com grande efeito pelo presidente John F. Kennedy no início da década de 1960: Reduza impostos para ter crescimento econômico.
O que funcionou para Kennedy funcionou profundamente bem para Reagan, dando aos EUA a mais longa expansão econômica sustentada da história.
Mas depois dos dois mandatos de Reagan como presidente, Bush se tornou o indicado presumido. Ele se enrolou no manto de sucesso de Reagan e ganhou a presidência em 1988.
Enquanto Reagan havia conquistado vastos números de democratas em 1980 e até mais em 1984, Bush desperdiçou a mudança de paradigma político que Reagan havia criado com suas políticas econômicas e ideias de bom senso de “paz por meio da força.”
Na campanha de 1988, Bush prometeu famosamente: “Leia meus lábios: Não vou aumentar impostos.” Mas logo que foi eleito, ele rapidamente voltou atrás, levando à derrota inevitável em 1992 — para Bill e Hillary Clinton. O resto, como dizem, é história.
Entretanto, os ganhos que Reagan havia dado para o Partido Republicano, embora sem efeito nas eleições presidenciais de 1992 e 1996, ainda impulsionaram um realinhamento estupendo do Partido Republicano no Congresso em 1994, liderado por Newt Gingrich, que se tornou presidente da Câmara dos Deputados. Se isso não tivesse ocorrido, os oito anos do [esquerdista pró-aborto e pró-sodomia] Bill Clinton teriam sido desastrosos para os EUA.
Mas em 2000, não havia nenhum herdeiro de Reagan esperando sua oportunidade. Então os EUA ganharam George W. Bush. Podia ter sido pior. Podia ter sido Al Gore, que na verdade ganhou o voto do povo americano por um triz. Bush venceu de novo em 2004 por dois motivos — John Kerry e o atentado terrorista de 11 de setembro de 2001. Mesmo assim, foi uma vitória apertada.
Em 2008, não havia ainda nenhum herdeiro de Reagan em vista. John McCain ganhou a indicação. Com a economia em frangalhos absolutos graças ao resgate financeiro que Bush fez para Wall Street naquele ano, um joão-ninguém desconhecido, sem nenhuma realização para seu crédito, apareceu do nada e ganhou a presidência — com a intenção de criar “a transformação fundamental dos EUA.”
E foi exatamente isso que Barack Obama fez — com déficits que impediriam o crescimento, déficits jamais vistos na história dos EUA, e a guerra cultural travada a partir de sua posição de mandão ajudada em todos os crimes por uma mídia apaixonada e adoradora de Obama — não só a imprensa, mas também os conspiradores da mídia de entretenimento.
Em 2010, parecia que os EUA já estavam fartos. O surgimento de um movimento de eleitores comuns conhecidos como movimento Tea Party reanimou o apoio popular e deu ao indigno Partido Republicano o controle da Câmara dos Deputados em 2010. Eles desperdiçaram tudo, cuspindo na cara dos que haviam lhes dado uma vitória impressionante e inesperada que eles não mereciam.
Em vez de apresentarem uma alternativa à visão radical que Obama tinha para os EUA, os republicanos no Congresso capitularam diante dele.
Quem a elite republicana escolheu para se opor a Obama em 2012? Mitt Romney. O Partido Republicano parecia à beira da irrelevância quando Obama o derrotou completamente.
Os americanos não tinham para onde correr. Não havia nenhuma oposição a Obama e nenhuma visão alternativa. Em frustração, mais uma vez, eles deram mais apoio indesejado e imerecido ao Partido Republicano em 2014, lhes dando controle não só da Câmara dos Deputados, mas também do Senado.
E, mais uma vez, o Partido Republicano não fez nada com essa oportunidade.
Quem foi escolhido para resgatar o Partido Republicano em 2016? Jeb Bush. Um ano atrás, ele era considerado uma força de natureza política que ninguém conseguiria impedir. Ele tinha os meios financeiros para comprar a eleição. Nenhum especialista no assunto sonhava que outra pessoa chegaria a conseguir a nomeação — preparando o que para muitos americanos seria impensável: outra eleição presidencial entre um Bush e um Clinton.
Mas o destino final não foi esse.
O destino quis Donald Trump. Ele fez a corrida primária mais conservadora desde Ronald Reagan em 1984 — e ganhou.
Agora, onde estão os chorões pró-Bush?
Eles estão todos esperando o final de forma neutra ou, no caso de George H.W. Bush, apoiando Hillary Clinton.
Hillary se linha muito mais à visão de Nova Ordem Mundial de Bush do que Trump.
Nunca houve muita diferença entre os Bushes e os Clintons — talvez nem haja muita diferença entre os Bushes e Obama. Olhe como eles são amistosos uns com os outros. Os Bushes chegaram a se juntar no golpe da Fundação Clinton. Os Bushes e os Clintons ganham vantagens financeiras da Arábia Saudita. Ambos clãs são alimentados por Wall Street (o centro financeiro dos EUA) e fazem o que Wall Street manda.
E a eleição presidencial americana de 2016 gira exatamente em torno de todos esses interesses.
O que os americanos farão? Seguirão a mesma rota velha que eles tiveram com presidentes desde 1989, ou finalmente mudarão para uma nova direção — fazendo politicamente o melhor para Tornar os EUA Grandes de Novo?
Joseph Farah é fundador e presidente do WND (WorldNetDaily).
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do WND (WorldNetDaily): The phonies that are the Bushes
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29 de setembro de 2016

Trump, Obama, Hillary e OTAN


Trump, Obama, Hillary e OTAN

Julio Severo
Recentes manchetes importantes mostram o contraste entre Donald Trump e Barack Obama em suas posturas sobre a OTAN:
DailyMail: “Trump acusado de colocar em perigo o futuro da segurança da OTAN e da Europa ao colocar condições para defender outros membros contra a Rússia.”
Washington Times: “Donald Trump: Os EUA não necessariamente defenderiam países da OTAN atacados pela Rússia.”
CNN: “Obama une-se a líder da OTAN enquanto Trump zomba da OTAN.”
New York Times: “Obama Diz à OTAN que ‘Europa Pode Contar com’ EUA.”
Associated Press: “Presidente Obama faz duras críticas a Trump dizendo que os comentários de Trump sobre a OTAN mostram ‘falta de preparo’ no que se refere à política externa.”
O candidato republicano Donald Trump disse que os EUA não necessariamente defenderiam outros países da OTAN se fossem atacados pela Rússia e que a defesa da OTAN a seus países membros não é incondicional.
A Europa ficou “aterrorizada”!
Obama e elevados comandantes militares da OTAN rapidamente acusaram Trump de minar a mais importante aliança militar dos EUA.
James Stavridis, almirante aposentado de 4 estrelas da Marinha que serviu como o 16º comandante aliado supremo da OTAN, tuitou: “Trump sobre OTAN: muito perigoso, apavorará nossos aliados mais chegados.”
Os democratas também se juntaram ao ataque, dizendo: “Ronald Reagan teria ficado envergonhado. Harry Truman teria ficado envergonhado. Republicanos, democratas e independentes que ajudaram a construir a OTAN como a aliança militar mais bem-sucedida na história todos chegariam à mesma conclusão: Donald Trump é impetuoso, inepto e fundamentalmente mal-preparado para ser comandante supremo dos EUA.”
Em contraste, Obama disse que a candidata democrata Hillary Clinton tem suprema capacidade de tornar a OTAN mais forte.
Ele tem prometido compromisso inabalável na defesa da Europa, chegando a dizer que “em bons e maus tempos, a Europa pode contar com os Estados Unidos.”
Em 2014, sob insistência de Obama a OTAN criou um exército de reação rápida de 4.000 soldados para “contra-atacar uma Rússia ressurgente.”
Esse número insignificante de soldados da OTAN constitui muito mais provocação do que defesa. Se a Rússia fosse realmente uma ameaça, o número de soldados teria de ser 100 vezes maior antes que esse exército chegasse a começar a ter a capacidade de um exército defensivo. Qual é então o propósito de tal número insignificante de soldados da OTAN estacionados na fronteira da EU contra a Rússia? Só Obama e os neocons usando a UE e a OTAN para provocações desnecessárias, enquanto o inimigo real, a imigração islâmica, tem espaço livre para invadir a Europa.
No entanto, as elites europeias estão “aterrorizadas” não com as hordas islâmicas já invadindo a Europa, mas com a Rússia.
Igualmente “aterrorizados” estão os neocons americanos, que querem um presidente americano para tornar a OTAN mais forte contra a Rússia. Mas a atual esperança republicana para presidente está despedaçando seus sonhos de expansão militar.
Hillary é a única esperança neocon para a expansão da OTAN.
De acordo com o escritor conservador Michael Savage numa reportagem do WND:
“Os neocons… fazem muito dinheiro em cima de conflitos militares. Quando o mundo está em guerra, os neocons e a indústria bélica que trabalha com eles lucram enormes quantias de dinheiro. Os neocons não se importam de que lado você está, enquanto puderem trabalhar com você para criar uma situação política que eles consigam fazer crescer até virar guerra, e aí eles começam a tirar lucro.”
Savage aponta que Obama e seus neocons, não conservadores, criaram uma revolução na Ucrânia para afastá-la da Rússia e colocá-la, eventualmente, na órbita da OTAN.
Obama e seus neocons querem a Ucrânia na OTAN e estão dispostos a fazer guerra para conseguir isso. Em contraste, Trump não tem mostrado, até agora, nenhuma disposição de seguir as paixões neocons para iniciar uma guerra na Ucrânia contra a Rússia.
Na semana passada, o presidente ucraniano Petro Poroshenko convidou Trump para uma reunião, mas, de acordo com o DailyMail, “o governo ucraniano diz que o candidato republicano não deu a mínima bola para eles.”
Entretanto, Hillary Clinton se encontrou com Poroshenko e lhe prometeu que ficaria do lado da Ucrânia contra a “agressão russa.”
Ela acrescentou que se eleita, ela espera aprofundar e intensificar a cooperação com a Ucrânia.
Outro grande apoiador da Ucrânia é o bilionário esquerdista George Soros, que investiu pesadamente na crise da Ucrânia. A revolução ucraniana foi mais que uma revolução do povo. Foi a revolução de Soros, e seu troféu especial. Foi sua coroa revolucionária.
Michael Savage também disse:
“O propósito original do governo dos EUA ao encenar um golpe na Ucrânia era afastar a Ucrânia da Rússia e levar a Ucrânia à União Europeia. Em outras palavras, os neocons e os “moderados” comprados do governo de Obama queriam tirar, à força, o controle da Ucrânia das mãos de Putin e ganhar controle econômico e energético sobre o país.”
O propósito original da OTAN nunca havia sido ganhar controle econômico e energético sobre nações. Mas agora, sob a força bruta dos neocons, inclusive Obama e Hillary, a OTAN é uma marionete que faz das nações marionetes dos interesses dos neocons. A OTAN se tornou uma ferramenta poderosa para a ganância dos neocons.
A OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte) é uma aliança militar americana criada para proteger a Europa da União Soviética e seu comunismo. Mas a União Soviética está extinta desde 1991, e uma nova ameaça poderosa está engolindo a Europa bem debaixo do nariz da OTAN: a invasão islâmica.
Há evidência abundante de que a ameaça islâmica é real: atentados terroristas são cada vez mais comuns nas nações europeias que só viam paz em décadas recentes. O islamismo e seus adeptos estão mudando dramaticamente o panorama europeu pacífico.
Além disso, há evidência abundante de que o influxo de imigração islâmica está aumentando o antissemitismo e a violência contra os judeus. O antissemitismo na Europa está historicamente ligado à grande violência contra os judeus, inclusive a Inquisição e o nazismo. A invasão islâmica está preparando o caminho para a reconstrução de ambas máquinas assassinas antijudaicas.
Há um movimento de judeus deixando a Europa por causa da violência antissemita diretamente ligada ao aumento da população de imigrantes islâmicos.
A OTAN não tem feito nada para proteger a Europa do islamismo. A OTAN não tem feito nada para proteger os judeus europeus do antissemitismo predominante dos invasores islâmicos. Aliás, o único membro islâmico da OTAN, a Turquia, tem tido uma aliança astuta com o ISIS e tem sido a principal porta para a invasão islâmica na União Europeia. A Turquia está inundando a Europa com islamistas.
Um amigo na Turquia me disse no ano passado que a Turquia fornece documentos e passaportes falsos para islamistas entrarem na Europa. Com a Turquia islâmica e com uma OTAN misteriosamente indisposta a combater a ameaça islâmica, é muito suspeito que o único foco da OTAN e dos neocons seja a Rússia.
Se hoje a OTAN fosse honesta em seus propósitos e necessária e útil em seus objetivos, focaria:
·         Na ameaça islâmica.
·         Em atrair a Rússia para ser membro da OTAN.
Provavelmente, isso nunca acontecerá, pois Obama quer uma OTAN forte contra a Rússia, não contra a ameaça islâmica.
Discordo de Trump em questões pró-família. Ele tem um histórico muito fraco nessas questões. Mas sua decisão de zombar da OTAN está correta, pois a OTAN tem sido inútil contra a invasão islâmica. Trump parece ser muito forte e resoluto contra essa ameaça.
Enquanto Obama recebe louvor mundial por sua defesa da OTAN, Trump acolhe louvores do presidente russo Vladimir Putin.
Um ex-diretor da CIA rotulou Trump como “agente russo” e disse que tem a intenção de votar em Hillary. Até mesmo o ex-presidente George H. W. Bush disse que vai votar nela.
Garry Kasparov, presidente da Comissão de Direitos Humanos, comparou Donald Trump com Vladimir Putin, num artigo no jornal Washington Post. Ele é o autor de um novo livro intitulado “O Inverno Está Chegando: Por que Vladimir Putin e os Inimigos do Mundo Livre Precisam ser Impedidos” e desempenhou um papel central no estabelecimento do Partido Outra Rússia, que é uma das principais oposições ao Partido Rússia Unida de Putin.
Kasparov disse: “Vi muito de Putin em 16 anos e demais de Trump em 1 só ano.”
Para ele, Putin e Trump representam destruição. Obama e Hillary seriam a única esperança?
Quem está certo? Obama e Hillary, que querem uma OTAN mais forte? Ou Trump, que não quer o que Obama e Hillary querem?
Se a OTAN tivesse seguido sua intenção original, ela existiria hoje?
O primeiro supremo comandante da OTAN, o general Eisenhower, disse em fevereiro de 1951 acerca dessa aliança: “Se em 10 anos, todas as tropas americanas estacionadas na Europa para propósitos de defesa nacional não tiverem retornado aos Estados Unidos, então esse projeto inteiro terá sido um fracasso.”
Hoje a única missão da OTAN parece ser expansão militar contra a Rússia. E entre os que avisaram contra a atitude da OTAN de avançar até as fronteiras da Rússia estava o maior geoestrategista dos EUA, o autor da política de contenção, George Kennan, que disse: “Expandir a OTAN seria o erro mais fatal da política americana na era pós-Guerra Fria. Previsivelmente, tal decisão impelirá a política externa da Rússia numa direção que decididamente os EUA não vão gostar.”
O que Kennan disse ficou comprovado como certo. Ao recusarem tratar a Rússia como trataram outras nações que repudiaram o leninismo, Obama, Hillary e os neocons estão criando a Rússia que eles dizem temer, uma nação que está se armando encrespada de ressentimento.
Doug Bandow, membro graduado do Instituto Cato, disse: “A principal aliança militar da Guerra Fria liderada pelos EUA deveria ter desaparecido depois da dissolução da União Soviética… A União Soviética não mais existe e não existe evidência de que o governo russo planeja encenar uma travessia pelo Oceano Atlântico com uma blitzkrieg… O modo brutal como a Rússia tratou a Georgia e a Ucrânia é essencialmente uma medida defensiva contra a expansão da OTAN, não uma medida ofensiva para tentar recriar o império soviético.”
Trump compreende essa realidade e ele está desafiando a mentalidade de uma elite de política externa cujo pensamento está congelado num mundo que desapareceu em torno de 1991.
O que não está congelado é a ameaça islâmica, que está cada vez mais ativa no mundo inteiro, especialmente na Europa. Na perspectiva dessa ameaça cultural e civilizacional cada vez maior, a OTAN tem sido inútil, e Trump poderia ajudar os EUA a seguir uma política realista, não os planos visionários de Obama, Hillary e outros neocons.
Com informações do WorldNetDaily, DailyMail, Associated Press, FoxNews, Washington Times, CNN, New York Times, Charisma News e George Soros.
Versão em inglês deste artigo: Trump, Obama, Hillary and NATO
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28 de setembro de 2016

Pastor se mata depois de mandar por engano para membros de sua igreja suas fotos nuas que eram para sua amante


Pastor se mata depois de mandar por engano para membros de sua igreja suas fotos nuas que eram para sua amante

Hazel Torres
Foi um caso vergonhoso de “envio errado” que resultou na morte trágica de um pastor.
O Pr. Letsego da Embaixada de Cristo em Limpopo, África do Sul, se enforcou de vergonha depois de mandar por engano fotos de seus órgãos sexuais para membros de sua igreja usando o serviço de texto WhatsApp em celulares.
De acordo com a fonte noticiosa online Live Monitor, a intenção do pastor casado era mandar as fotos para sua amante que, disse a reportagem, é membro da mesma igreja.
Pior, a fonte noticiosa disse que o pastor enviou uma mensagem que diz: “Minha esposa está longe, a noite é toda sua” junto com as fotos.
Para seu assombro total, ele percebeu seu erro logo depois de apertar o botão enviar de seu celular.
Membros do grupo da igreja que receberam as fotos e a mensagem ficaram chocados e revoltados. Eles tentaram ligar para o pastor, que não queria responder. O pastor então deixou o grupo.
No dia seguinte, ele foi encontrado enforcado em sua igreja, que funcionava numa casa alugada, de acordo com a reportagem do Live Monitor.
“O jeito divertido do pastor sempre foi causa de preocupação. Ele era sempre visto na companhia de uma das diaconisas chamada Miriam e suspeitávamos que havia coisas secretas que eram mais que amizade,” disse um dos membros do Pr. Letsego que preferiu ficar anônimo.
“Questionado por sua esposa e membros, ele costumava ignorar as alegações e dizer que como pastor ele era um pai para todos e Miriam era sua filha favorita,” disse o membro.
Outros pastores também têm sido emaranhados em casos extraconjugais que da mesma forma terminaram em tragédia.
Em junho, acredita-se que um pastor de Indiana, nos EUA, cometeu suicídio depois de ter sido indiciado por buscar sexo com uma menor de idade, noticiou o Christian Post.
David James Brown, de 46 anos e pastor sênior da Primeira Igreja Cristã de Jeffersonville, Indiana, foi encontrado enforcado dentro da unidade de armazenamento Attic Self em Marietta, Georgia, EUA. Investigadores não acharam nenhuma evidência de que ele tivesse sido assassinado.
No ano passado, acredita-se também que John Gibson, pastor e professor do Seminário Teológico Batista de Nova Orléans, tirou a própria vida depois que seu nome foi exposto por hackers como um dos usuários do site de adultérios Ashley Madison.
“Ele falava sobre depressão. Ele falava sobre ter seu nome ali, e disse que estava muito, muito triste,” revelou Christi, a esposa de Gibson. “O que sabemos sobre ele é que ele dedicou sua vida por outras pessoas, e ele ofereceu graça, misericórdia e perdão a todos, mas de certo modo ele não conseguiu oferecer isso a si mesmo.”
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27 de setembro de 2016

Charles Finney: O homem que redefiniu o caráter dos Estados Unidos


Charles Finney: O homem que redefiniu o caráter dos Estados Unidos

Richard Klein
Dos muitos pregadores corajosos, mas muitas vezes esquecidos, que cruzaram as regiões selvagens dos EUA, nenhum deles teve um impacto mais profundo do que o poderoso reavivalista Charles Grandison Finney. Numa época de grandes líderes, tanto seculares quanto religiosos, Charles Finney criou um legado que redefiniu o próprio caráter dos Estados Unidos.
Um jovem brilhante e talentoso, Charles Finney demonstrava muito cedo o potencial para grandes realizações em qualquer esfera. Ele escolheu a advocacia e logo se estabeleceu no pequeno vilarejo de Adams, em Nova Iorque. Finney era do tipo que gostava de atividade física, e adorava passear na região de mata imediatamente fora do vilarejo. Muitas vezes ele passava tempo ponderando nas muitas citações da Bíblia que ele havia achado enquanto examinava julgamentos e códigos legais de sua época. Ele havia recentemente começado a ler a Bíblia diariamente para aumentar seu estudo de direito. Para sua surpresa, Finney descobriu que a leitura da Bíblia havia provocado perguntas sérias sobre seu próprio destino eterno. Essa luta sobre seu destino chegou a um ponto crucial em certa manhã de outubro quando um versículo da Bíblia ficava se repetindo na mente de Finney:
“Então me invocareis e chegareis a mim para orar, e Eu vos darei toda a atenção. Vós me buscareis e me encontrareis, quando me buscardes de todo coração.” (Jeremias 29:12-13 King James Atualizada)

A Presença de Deus

De repente, parecia como se Charles Finney estivesse na própria presença de Deus. Preste atenção às suas palavras: “Parecia como se eu tivesse me encontrado com o Senhor Jesus face a face… Prostrei-me a Seus pés e derramei minha alma a Ele… Sem nenhuma recordação de que eu já tivesse ouvido sobre isso mencionado por alguém no mundo, o Espírito Santo desceu sobre mim de uma maneira que parecia atravessar-me, corpo e alma… É impossível expressar com palavras o amor maravilhoso que foi derramado amplamente no meu coração.” Charles Finney abandonou a advocacia para entrar no ministério pastoral e logo recebeu licença oficial para pregar. Mas em vez de assumir residência numa igreja local, ele se sentiu atraído para o evangelismo itinerante, entre famílias pioneiras que estavam se mudando para o Oeste.
Finney era também pioneiro no que se referia à pregação. Em vez de ler a partir de um texto preparado, ele falava de modo improvisado, a partir de seu coração. Ele permitia que as mulheres dirigissem as orações e chamava publicamente os pecadores ao arrependimento — por nome, do púlpito! Suas muitas inovações eram chamadas de “Novas Medidas” e pareciam apavorar os pastores apegados às tradições. Mas seus métodos funcionavam!

Nove Anos de Poder

Uma série de reavivamentos começou a varrer o Nordeste dos EUA no que veio a ser conhecido como “Os Nove Anos de Poder” de evangelismo de Finney. Como um incêndio florestal, se espalhou pelas cidades de Evans Mill, Antwerp, Rome, Utica, Auburn, Troy, Wilmington, Filadéfia, Boston e Nova Iorque. Mas o reavivamento que eclipsou todos os outros ocorreu na cidade de Rochester no ano de 1830. E tudo começou com um simples encontro. A esposa de um proeminente jurista de Rochester havia convidado Finney para seu lar, esperando aprender mais sobre esse pregador que estava se tornando muito famoso. Secretamente, ela se preocupava que esse reavivamento, que parecia seguir o rastro de Finney por toda parte onde ele ia, arruinaria os bailes sociais da cidade. Ao falar com a mulher, Finney observou que o orgulho era a característica mais marcante do caráter dela. Ele sentiu um estímulo do Espírito Santo para repartir com ela um versículo específico da Bíblia: “Com toda a certeza vos afirmo que, se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, de modo algum entrareis no Reino dos céus.” (Mateus 18:3 King James Atualizada)

Conversão da Alta Sociedade

A mulher da alta sociedade se sentiu cativada com o versículo, repetindo-o para si mesma quando Finney a convidou a orar. Silenciosamente, ele pediu que Deus desse a ela uma impressão da necessidade de se tornar filha de Deus e aceitar a salvação. Não demorou muito e ficou claro que a oração de Finney estava sendo respondida, pois a mulher dobrou os joelhos e ficou aos soluços. Quando abriu os olhos, ele viu a face dela cheia de lágrimas voltada para o céu. Finney soube instantaneamente que a Bíblia tinha se tornado viva: ela agora era filha de Deus! O que ele não sabia era o efeito dramático que essa conversão específica acabaria tendo. Em suas memórias, Finney escreveu:
“Deu para ver logo que o Senhor estava querendo a conversão das classes mais elevadas da sociedade. Minhas reuniões logo se encheram de multidões dessa classe… Enquanto o reavivamento ia varrendo a cidade, e convertendo a grande massa das pessoas mais influentes, tanto de homens quanto de mulheres, a mudança na ordem, sobriedade e moralidade da cidade era maravilhosa.”

Cristianismo em todos os lugares

Charles P. Bush, natural da cidade de Rochester, se converteu durante o reavivamento. Mais tarde ele comentou: “A comunidade inteira ficou emocionada. O Cristianismo era o tema das conversas nas casas, nas lojas, nos escritórios e nas ruas… Os bares foram fechados, o domingo era honrado como Dia do Senhor, as igrejas se enchiam de pessoas que louvavam e adoravam com alegria… Houve uma redução maravilhosa nos crimes. Os tribunais tinham pouco trabalho, e a cadeia ficou praticamente vazia por vários anos depois.”
Os historiadores dizem acerca do reavivamento de Rochester que “os alicerces do lugar foram abalados.” Mais de 40 dos novos convertidos entraram no ministério pastoral e pelo menos 1.500 reavivamentos ocorreram em outras cidades como resultado de Rochester. Para seu crédito, Charles Finney deu toda glória a Deus:
“Este é um trabalho grande e glorioso — suficiente para encher os corações do povo de Deus com humildade e gratidão, e suas bocas com ações de graças!”
Traduzido por Julio Severo do original em inglês da CBN: Charles Finney: A Nation’s Character Redefined
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26 de setembro de 2016

Benjamin Netanyahu se encontra com Donald Trump, que promete que se eleito reconhecerá Jerusalém como capital de Israel


Benjamin Netanyahu se encontra com Donald Trump, que promete que se eleito reconhecerá Jerusalém como capital de Israel

Associated Press
Comentário de Julio Severo: Netanyahu é direitista. Embora ele prefira Trump, ele não pode manifestar apoio público, pois na última vez que ele se envolveu na eleição presidencial americana, o candidato que ele não apoiou (Obama) ganhou, e desde então o governo de Obama só faz cara feia para Netanyahu. (Se você achava que Obama só faz cara feia para Putin, você se enganou.) Infelizmente, Israel não é uma potência grande o suficiente para fazer frente a isso. Essa é a razão por que Netanyahu se encontrará também com a esquerdista Hillary Clinton. Quanto à promessa de Trump reconhecer Jerusalém como capital de Israel, tais promessas são tradição entre candidatos do Partido Republicano e também do Partido Democrático. Mas nenhum deles nunca cumpriu. Existe uma tradição política americana de não cumprir essa promessa que é tão importante para Israel. Portanto, se Trump não cumprir essa promessa depois de eleito, ele só estará fazendo o que o evangélico conservador Bush e outros fizeram. Leia agora a reportagem, conforme saiu no WND (WorldNetDaily):
Donald Trump e Benjamin Netanyahu
No domingo, Donald Trump obteve algumas dicas do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu sobre como construir muros de fronteira.
Trump se encontrou com Netanyahu por 90 minutos em sua residência na Torre Trump em Manhattan, onde eles conversaram sobre “assistência militar, segurança e estabilidade regional,” de acordo com oficiais de Israel e da campanha de Trump.
Os dois discutiram profundamente o uso que Israel faz de um muro de segurança para ajudar a proteger suas fronteiras.
Trump propôs construir um muro ao longo da fronteira sul para impedir a entrada de pessoas e drogas ilegais e muitas vezes ele aponta para Israel como exemplo de como tais barreiras podem ter êxito.
A imprensa foi barrada de cobrir a reunião entre Netanyahu e Trump, mas a campanha de Trump disse numa declaração que os dois homens, que se conhecem há anos, discutiram “muitos assuntos importantes para ambos os países,” inclusive “o relacionamento especial entre os EUA e Israel e a ligação inquebrável entre os dois países.”
Trump também repetiu sua promessa de mudar a Embaixada dos EUA de Tel Aviv para Jerusalém se eleito presidente.
“O Sr. Trump reconheceu que Jerusalém tem sido a capital eterna do povo judeu há mais de 3 mil anos, e que os Estados Unidos, sob um governo Trump, finalmente aceitarão o antigo mandato do Congresso dos EUA de reconhecer Jerusalém como a capital unificada do Estado de Israel,” a campanha disse.
Essa promessa tem sido feita de várias formas desde pelo menos 1992. O Congresso dos EUA três anos mais tarde aprovou uma lei que mandava que a Embaixada dos EUA se mudasse para Jerusalém até 1999, mas presidentes de ambos os partidos [direitistas e esquerdistas] sempre evitaram implementar essa ordem.
George W. Bush prometeu no ano 2000 iniciar a mudança “logo que eu for eleito presidente,” mas não cumpriu.
Hillary Clinton também está para se encontrar com Netanyahu em Nova Iorque, às vésperas do primeiro debate entre os candidatos.
O líder israelense vem buscando projetar neutralidade desta vez depois de percepções de que ele favorecera Mitt Romney sobre o presidente Barack Obama em 2012.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do WND (WorldNetDaily): Netanyahu talks ‘wall’ with Trump in NYC
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