24 de maio de 2017

Fake News sobre “refugiados” muçulmanos nos grandes meios de comunicação dos EUA


Fake News sobre “refugiados” muçulmanos nos grandes meios de comunicação dos EUA

Organizações cristãs que lucram com imigração muçulmana protestam contra proibição

William J. Murray, presidente da Coalizão de Liberdade Religiosa
Comentário de Julio Severo: Quando William J. Murray escreveu este artigo, Trump estava ainda prometendo prioridade aos refugiados cristãos para entrar nos EUA. Aliás, ele fez uma lei nesse sentido. Mas isso durou muito pouco tempo. A pressão veio e Trump voltou atrás e removeu a prioridade aos refugiados cristãos. Hoje, os cristãos perseguidos não têm nenhuma prioridade no governo Trump. Mas o artigo de Murray, que já foi entrevistado por mim aqui, contém uma importante denúncia contra a grande mídia. Leia:
No ano de 2016, só 68 refugiados cristãos da Síria obtiveram autorização para entrar nos Estados Unidos — não os 37.521 que o jornal Daily Mail e outros grandes veículos de comunicação estão insinuando.
O Daily Mail, o Atlantic e muitas outras publicações estavam baseando seus artigos em informações fornecidas por organizações cristãs que lucram financeiramente com a imigração de refugiados muçulmanos aos EUA. Essas organizações estão sendo pagas milhares de dólares por pessoa para “reassentamento.”
O jornal Atlantic baseou seus números numa citação de Jenny Yang, vice-presidente sênior da entidade ativista World Relief (Socorro Mundial), braço da Associação Nacional de Evangélicos nos EUA que fornece serviços de reassentamento para refugiados e imigrantes. Essa organização, como outros que apoiam a imigração da Síria, recebem verbas do governo.
O Daily Mail, uma grande publicação impressa e online mundial, está na vanguarda da transmissão de informações falsas sobre imigração de refugiados muçulmanos versus cristãos aos Estados Unidos. Enquanto estava noticiando sobre uma entrevista que o presidente Trump deu, o Daily Mail em sua edição de 30 de janeiro escreveu:
“…o presidente se comprometeu a dar prioridade aos cristãos que solicitam condição de refugiados, dizendo que era mais fácil para os muçulmanos entrarem nos Estados Unidos do que para os cristãos. Contudo, as evidências disponíveis mostram que os EUA receberam 37.521 refugiados cristãos e 38.901 refugiados muçulmanos em 2016.”
A publicação então citou uma pesquisa de opinião pública do Pew de que “… a população da Síria é composta de 93 por cento de muçulmanos e cinco por cento de cristãos.” A conclusão óbvia que o Daily Mail quer que seus leitores tirem é que embora a população da Síria tenha apenas 5% de cristãos quase metade dos refugiados sírios que entram nos EUA eram cristãos em 2016. A omissão das estatísticas reais de refugiados sírios foi pior do que jornalismo ruim: teve a intenção deliberada de conduzir os leitores a uma conclusão errada.
A estatística de 37.521 refugiados cristãos entrando nos Estados Unidos no ano de 2016 não representou cristãos sírios, mas em vez disso todos os refugiados de todas as nações. O Daily Mail declara que os cristãos são apenas 5% da população síria, mas aproximadamente 50% dos refugiados sírios que entram nos EUA.
Na realidade, um total de só 68 refugiados cristãos sírios tiveram permissão de entrar nos EUA em 2016, enquanto 98% dos refugiados sírios que eram muçulmanos sunitas tiveram permissão, de acordo com o Departamento de Estado.
As estatísticas sobre refugiados informadas no Daily Mail incluíam todos os refugiados cristãos, até mesmo aqueles que escaparam da Coreia do Norte comunista. Dos 85.000 refugiados que Obama recebeu em 2016, só 12.587 eram da Síria. Os dados do Centro de Processamento de Refugiados do Departamento de Estado mostram que dos 12.587 refugiados sírios que entraram nos Estados Unidos no ano de 2016, a vasta maioria — 12.363 (98,2 por cento) — era muçulmana sunita. Só 68 dos 12.587 — pouco mais que meio por cento — eram cristãos.
Há uma discrepância final. Os números da pesquisa do Pew foram usados porque indicavam a percentagem mais baixa da população cristã na Síria. Contudo, fontes mais confiáveis, inclusive o governo sírio e o Livro de Fatos Mundiais da CIA, discordam dessa percentagem e colocam a população da Síria em 10%, não 5%. Além do mais, até o número de 10% inclui só cidadãos sírios e ignora o fato de que dezenas de milhares de cristãos iraquianos fugiram para a Síria em busca de segurança depois que George Bush invadiu o Iraque em 2003. Essa invasão deixou os cristãos indefesos contra o terrorismo muçulmano sunita.
Os cristãos iraquianos fugiram em busca da segurança da Síria, que tem um governo que os tratou em igualdade com os muçulmanos. Entretanto, logo eles se viram no meio de uma revolta muçulmana sunita financiada pela Arábia Saudita e manipulada e armada pelos Estados Unidos.
O Daily Mail, assim como o Washington Post e outros grandes meios de comunicação, não mencionam que os grupos terroristas na Síria são muçulmanos sunitas. Até mesmo o Departamento de Estado dos EUA sob Obama declarava que o Estado Islâmico (ISIS) era muçulmano sunita e estava cometendo genocídio contra os cristãos e muçulmanos xiitas.
O presidente Trump está tentando ajudar as vítimas de genocídio, um fato que o Daily Mail e a maioria dos grandes meios de comunicação que têm um desejo forte de culturas “diversas” se recusam a admitir.
Traduzido por Julio Severo, com a permissão do autor, do original em inglês: Fake News on Muslim “refugees” in Major Media Outlets. Uma versão editada em inglês deste artigo foi publicada pelo WND (WorldNetDaily).
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Artigos de ou sobre William J. Murray:
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23 de maio de 2017

Embaixadas americanas sob Trump avançam a agenda LGBT


Embaixadas americanas sob Trump avançam a agenda LGBT

Julio Severo
Os evangélicos conservadores, cujo voto deu vitória a Donald Trump, haviam esperado que quando ele se tornasse presidente o governo dos EUA pararia de usar suas embaixadas para promover a agenda homossexual, como ocorria muitas vezes sob o ex-presidente Obama.
Embaixada dos EUA na Macedônia
Entretanto, na semana passada, quando ativistas esquerdistas, inclusive Cuba, estavam celebrando o Dia Internacional contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia (DIHTB), várias embaixadas dos EUA sob Trump também o celebraram.
A Embaixada dos EUA na Macedônia tuitou isto:
Estamos hasteando a bandeira do arco-íris hoje para comemorar o Dia Internacional contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia. #DIHTB2017
Trump não fez uma proclamação DIHTB formal, mas seu Departamento de Estado realizou uma “Celebração Mundial de Diversidades de Sexo e Gênero.” Além da bandeira homossexual hasteada na Embaixada dos EUA na Macedônia, Kyle Randolph Scott, embaixador americano na Sérvia, realizou um Prêmio do Arco-Íris na Embaixada dos EUA na Sérvia. Ele disse:
“Os Estados Unidos continuam com o compromisso de avançar os direitos humanos de todos os seres humanos: isso inclui indivíduos LGBT aqui e no mundo inteiro. É por isso que minha embaixada e eu temos o orgulho de apoiar o trabalho da Aliança Gay-Hétero… O Prêmio do Arco-Íris serve como reconhecimento importante para um indivíduo ou instituição que tem contribuído para a luta contra a homofobia e transfobia na Sérvia… A Embaixada dos Estados Unidos contribui para avançar os direitos de indivíduos LGBT na Sérvia de muitas formas. Apoiamos várias organizações ativistas, tais como a Aliança Gay-Hétero, e Pais e Amigos de Lésbicas e Gays.”
Como é que um embaixador americano pode descaradamente usar sua embaixada para promover a agenda homossexual em outros países, inclusive premiando ativistas e grupos gays, sem a autorização de seu governo?
Ted Osius, homossexual assumido que é o embaixador americano no Vietnã, escreveu um texto no blog oficial do Departamento de Estado dos EUA honrando o DIHTB.
Em fevereiro, Trump frustrou sua base de evangélicos conservadores que esperavam que ele removesse Randy Berry, embaixador especial LGBT de Obama (o primeiro desse tipo), cuja missão é promover a aceitação da homossexualidade, bissexualidade e transgenerismo no exterior sob a rubrica de “direitos humanos” e no nome do governo dos Estados Unidos. Em vez de dar atenção aos seus eleitores conservadores, Trump escolheu manter o embaixador homossexual de Obama.
Contudo, muitos conservadores não estão protestando contra tal imperialismo homossexual sob Trump porque seu governo está fazendo avanços econômicos (é a economia, idiota!), mesmo quando a um preço de sangue.
Com informações de LifeSiteNews (Peter LaBarbera) e da Embaixada dos EUA na Sérvia.
Versão em inglês deste artigo: U.S. Embassies Under Trump Advance LGBT Agenda
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22 de maio de 2017

Dinheiro de sangue: Arábia Saudita conquista Trump


Dinheiro de sangue: Arábia Saudita conquista Trump

Julio Severo
Abandonando parte da retórica de sua campanha presidencial que era dura contra os muçulmanos e deixando suas promessas de uma “interrupção total e completa” da entrada de muçulmanos nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump visitou a Arábia Saudita, o lugar mais sagrado do islamismo.
Em sua primeira viagem internacional, Trump, cuja campanha defendia “Os EUA em Primeiro Lugar,” colocou a Arábia Saudita como prioridade máxima, acima de Israel. Ele é o único presidente americano a transformar a Arábia Saudita — ou alguma nação islâmica — em prioridade em sua primeira visita internacional.
Ele recebeu boas-vindas deslumbrantes dos líderes na Arábia Saudita. Ele foi saudado no aeroporto pelo rei Salman, o que foi de chamar a atenção considerando que o monarca muçulmano não apareceu no ano passado para dar boas-vindas ao presidente Barack Obama em sua visita final à Arábia Saudita.
Mais tarde, Salman condecorou Trump com a Medalha de Abdulaziz al Saud, a honraria saudita mais elevada.
Trump estava acompanhado na viagem pelos presidentes de várias grandes empresas americanas, que anunciaram contratos multibilionários com os sauditas.
Na Arábia Saudita, ele deu um discurso para os líderes de 50 países muçulmanos dizendo: “Esta não é uma guerra entre religiões diferentes, seitas diferentes ou civilizações diferentes. Esta é uma guerra entre os que buscam destruir a vida humana e os que buscam protegê-la. Esta é uma guerra entre o bem e o mal.”
Por sua vez, o rei saudita Salman disse: “O islamismo é a religião da paz e tolerância… o islamismo considera matar uma alma inocente o equivalente de matar a humanidade inteira.”
Trump disse: “O terrorismo vem se espalhando no mundo todo. Mas o caminho da paz começa bem aqui, nesta antiga terra, nesta terra sagrada. Os Estados Unidos estão preparados para ficar ao lado de vocês.”
Trump aclamou a amizade dos EUA com a Arábia Saudita, a qual “se estende por várias décadas e cobre dimensões numerosas.” É uma mensagem acentuadamente diferente de sua campanha que dizia “a Arábia Saudita e muitos dos países que deram vastas quantias de dinheiro para a Fundação Clinton querem as mulheres como escravas e querem matar gays.”
Enquanto isso, Ivanka Trump, que acompanhou seu pai presidencial na visita, louvou o “progresso” saudita nos direitos das mulheres.
O Trump de 2016 dizia que “Penso que o islamismo nos odeia” e que os muçulmanos têm “grande ódio dos americanos.” O Trump de 2017 pediu unidade com os sauditas e outras nações muçulmanas sunitas contra o terrorismo islâmico.

A Arábia Saudita financia o terrorismo

Entretanto, como é que as nações muçulmanas poderiam combater o terrorismo islâmico se a Arábia Saudita, de acordo com a Rede de Televisão Cristã dos EUA, tem um papel proeminente na propagação do terrorismo islâmico?
Um importante porta-voz da liberdade religiosa disse que o governo dos EUA não fará nenhum esforço sério para derrotar os terroristas do ISIS porque eles são sunitas. William J. Murray, presidente da Coalizão de Liberdade Religiosa, disse que a família real da Arábia Saudita sunita não quer permitir nenhuma tentativa genuína de deter os violentos ataques do terrorismo sunita no Oriente Médio porque são de natureza sunita.
Murray disse que os Estados Unidos têm sido “marionetes” militares da família real saudita, atacando e isolando nações xiitas como a Síria. Em sua opinião o Estado de maioria xiita da Síria, que protege a minoria cristã, é alvo dos Estados Unidos só porque os membros da família real saudita estão dando as ordens, não o povo americano.
Trump, que tem condenado o presidente da Síria Bashar Assad por cometer “crimes indescritíveis contra a humanidade,” não tem aberto a boca sobre a Arábia Saudita e seus aliados sunitas que perseguem cristãos e apoiam o ISIS. Em vez disso, nos primeiros dias de seu governo ele premiou Arábia Saudita por combater o terrorismo islâmico.
Se é irracional ter a Arábia Saudita como aliada contra o terrorismo islâmico, por que Trump fez desse país islâmico sua prioridade máxima para sua primeira viagem internacional como presidente? O motivo é o dinheiro.

Dinheiro de sangue, lucro de sangue, empregos de sangue

Em seu primeiro dia na Arábia Saudita, Trump assinou um contrato extraordinário no valor total de 350 bilhões de dólares para um período de dez anos. Ele disse: “Este foi um dia tremendo. Investimentos tremendos nos Estados Unidos. Centenas de bilhões de dólares de investimentos nos Estados Unidos e empregos, empregos e empregos.”
Separadamente, empresas americanas no setor petrolífero ganharão 22 bilhões de dólares em novos acordos com a empresa estatal saudita de petróleo Aramco. E acordos com outras empresas americanas poderão chegar à cifra de 50 bilhões de dólares.
Gary Cohn, assessor econômico do presidente da Câmara dos Deputados dos EUA, disse aos jornalistas que a Arábia Saudita “vai contratar empresas americanas” para “muitas coisas relacionadas à infraestrutura,” se gabando de que o acordo vale “muito dinheiro. Bilhões e bilhões de dólares.”
A Arábia Saudita “investirá muito dinheiro nos EUA e contratará muitas empresas americanas para investir e construir coisas aqui nos EUA,” disse Cohn.
O acordo mais tangível entre Trump e o líder saudita foi a venda de 110 bilhões de dólares em equipamento militar para a Arábia Saudita que entrou em vigor imediatamente. A Casa Branca disse que o acordo produzirá “dezenas de milhares de novos empregos nos Estados Unidos.”
Sean Spicer, assessor de imprensa da Casa Branca, afirmou que os 110 bilhões de dólares em equipamento militar representam o “maior acordo de armas da história dos EUA.”
Trump e sua equipe deixaram claro que violações de direitos humanos não afetarão esses contratos. Então a lógica do governo Trump, a qual é muito compatível com a lógica dos neocons, é que as nações muçulmanas que dão lucros enormes para os EUA serão aliadas na luta americana contra o terrorismo islâmico, ainda que financiem tal terrorismo e estejam envolvidas no genocídio de cristãos. Esse é o caso saudita.
As nações muçulmanas que não dão lucros para os EUA serão inimigas na luta americana contra o terrorismo islâmico, ainda que protejam minorias cristãs. Esse é o caso sírio.
O segredo para conquistar Trump, Obama, Bush e Clinton são acordos econômicos lucrativos.
Como é que os Estados Unidos esperam derrotar o terrorismo islâmico se armam pesadamente seu principal patrocinador?
Como é que os Estados Unidos esperam derrotar o terrorismo islâmico se dependem economicamente de seu principal patrocinador?
O Trump de 2016 ficaria envergonhado do Trump de 2017.
Trump escolheu continuar o imperialismo homossexual de Obama ao manter o embaixador especial de Obama para questões homossexuais mundiais. Por que foi que Trump não levou o embaixador consigo para repreender a Arábia Saudita por matar homossexuais?

O maior acordo de armas da história dos EUA

O acordo enorme de 110 bilhões de dólares em equipamento militar representa não só o “maior acordo de armas da história dos EUA,” mas também uma despesa militar maior do que a despesa militar de nações vastamente maiores do que a Arábia Saudita.
O Brasil, que é territorialmente a quinta maior nação do mundo e é maior do que os Estados Unidos sem o Alasca, tem um orçamento militar anual de 24 bilhões de dólares. De longe, a pequena Arábia Saudita ultrapassou o Brasil.
A Rússia, que é territorialmente a primeira maior nação do mundo, tem um orçamento militar anual de 65 bilhões de dólares. De longe, a pequena Arábia Saudita ultrapassou a Rússia.
Além de seu acordo colossal, a Arábia Saudita tem um orçamento militar anual de 81 bilhões de dólares.
O que a pequena Arábia Saudita pretende fazer com seu novo equipamento militar imenso comprados dos EUA? A Arábia Saudita pretende usar tudo isso só para si? Não será generosa para muitos de seus irmãos sunitas que lutam pelo islamismo no mundo inteiro, principalmente na Síria?
O dinheiro saudita de sangue conquistou Bush, Clinton, Bush, Obama e agora Trump.
Por causa do dinheiro saudita, o ISIS está vivo e ativo, cometendo genocídio contra os cristãos.

O papel saudita no atentado de 11 de setembro de 2001 contra os EUA

Se os EUA e seus líderes se envergonhassem de receber dinheiro de sangue, eles reconheceriam o fato de que a maioria dos terroristas muçulmanos que cometeram o atentado de 11 de setembro de 2001 contra os EUA eram sauditas. Mas a Arábia Saudita nunca foi invadida por tropas americanas.
Os sauditas há muito tempo são suspeitos de financiarem os atentados terroristas que atingiram Nova Iorque e Washington.
Os terroristas islâmicos mataram aproximadamente 3 mil pessoas. Quinze dos 19 terroristas eram sauditas.
Na época dos atentados em 2001, a Arábia Saudita estava financiando o radicalismo muçulmano em mesquitas e entidades muçulmanas de caridade. Esse foi dinheiro de sangue indo para causas de sangue.
O dinheiro de sangue não parou aí. Depois que o Congresso dos EUA aprovou uma nova lei permitindo que as famílias das vítimas do atentado de 11 de setembro de 2001 processassem a Arábia Saudita em tribunais americanos, muçulmanos armaram uma campanha política caríssima, inclusive dando dinheiro para veteranos militares americanos para visitar o Congresso dos EUA e avisar os legisladores acerca do que eles disseram poderia ter consequências inesperadas.
O que poucas pessoas sabiam, inclusive alguns dos próprios veteranos recrutados, era que o governo da Arábia Saudita estava em grande parte financiando a campanha, no valor de centenas de milhares de dólares.
O dinheiro saudita de sangue conquistou os EUA, inclusive Bush, Clinton, Bush, Obama e agora Trump, e produzirá centenas de milhares de novos empregos nos Estados Unidos.
Com a assistência enorme do gordo cliente saudita, o índice de empregos nos EUA subirá nas alturas. São empregos de sangue.
Para Trump, o lucrativo petróleo saudita vale mais do que o sangue cristão derramado por muçulmanos sunitas apoiados pelos sauditas.
Acredito no capitalismo guiado por valores judaico-protestantes. Mas o capitalismo sem tais valores é destrutivo.

Comprando o silêncio e a indiferença dos americanos

Ao pagar 100 bilhões de dólares para Trump em equipamento militar, a Arábia Saudita comprou a indiferença dos americanos para com o genocídio que os muçulmanos sunitas estão cometendo contra os cristãos e se protegeu de ser acusada do que é: o principal patrocinador do terrorismo islâmico mundial.
A Arábia Saudita tem abundantes petrodólares para comprar a indiferença americana, e os EUA não têm mais valores judaico-protestantes para guiar seu capitalismo e rejeitar dinheiro de sangue.
Depois de dois dias de reuniões na Arábia Saudita, Trump tem agenda marcada para viajar para Israel e para o Vaticano para se encontrar com o Papa Francisco.
Por que Trump não fez de Israel a primeira nação de sua viagem internacional é um mistério confundindo conservadores e desafiando a retórica da amizade EUA-Israel.
No entanto, mesmo que Trump tivesse escolhido visitar a Arábia Saudita no final de sua lista de viagens internacionais, isso não mudaria o fato de que a Arábia Saudita vem espalhando o terrorismo islâmico no mundo inteiro.
A única visita adequada dos EUA à Arábia Saudita deveria ser por tropas americanas.
Com informações do DailyMail, Associated Press, ABC News, Coalizão de Liberdade Religiosa e WND.
Versão em inglês deste artigo: Bloody Money: Saudi Arabia Conquers Trump
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19 de maio de 2017

Nova Lei de Migração abre fronteiras do Brasil para a invasão islâmica e tráfico de drogas?


Nova Lei de Migração abre fronteiras do Brasil para a invasão islâmica e tráfico de drogas?

Julio Severo
Os conservadores brasileiros estão expressando preocupação que o Brasil esteja enfrentando a ameaça da islamização com sua Nova Lei de Migração, aprovada pelo Senado e enviada para sanção presidencial. Essa lei segue a deterioração do panorama político do Brasil com sua corrupção endêmica.
Durante uma conferência islâmica em Chicago nos EUA em 2008, um imam muçulmano descreveu como o Brasil se tornaria uma nação islâmica dentro de 50 anos. Ainda que os EUA e principalmente a Europa estejam enfrentando um influxo em massa de muçulmanos e sua religião destrutiva, por que o Brasil seria de interesse para os muçulmanos?
Em 2014 a Turquia realizou uma cúpula islâmica com o comparecimento de 76 líderes islâmicos de 40 países. A América Latina foi representada pelo Brasil, Venezuela, Argentina, Chile, México, Suriname, Uruguai, Paraguai, Nicarágua, Panamá, Colômbia, Bolívia, República Dominicana, Guiana, Equador, Jamaica e Haiti. A Turquia é a única nação islâmica na OTAN e um aliado dos EUA que é, conforme noticiado pelo site conservador WND (WorldNetDaily), “talvez a maior base da al-Qaeda no mundo.”
Na cúpula, Recep Tayyip Erdogan disse que marinheiros islâmicos descobriram o Novo Mundo em 1178. Ele disse: “Os muçulmanos descobriram a América em 1178, não Cristóvão Colombo.”
Ele e outros líderes islâmicos querem a América Latina.
O Brasil tem sido de interesse porque é maior do que os EUA sem o Alaska e é uma usina de força da América do Sul não só devido ao seu tamanho, mas também devido ao tamanho de sua economia e influência. Diz-se que a América do Sul segue o Brasil. De fato.
O contato do Brasil com o radicalismo islâmico não é novo.
Durante o governo militar, o Brasil abriu o primeiro escritório diplomático da OLP, a Organização para a Libertação da Palestina, uma organização terrorista islâmica, em 1979. Além disso, o governo militar era um proeminente vendedor de armas para nações islâmicas no Oriente Médio.
Na década passada, o governo socialista de Lula ajudou a financiar a Autoridade Palestina.
Mais recentemente, o prefeito de São Paulo, João Doria, social democrata, vendeu ações municipais com a desculpa de querer melhorar os serviços. Aonde foi que ele foi anunciá-las? Nos países do Golfo Pérsico. Ele é um forte candidato presidencial para as eleições do próximo ano.
As expectativas não são boas, mas o mau exemplo brasileiro não tem sido pior do que o mau exemplo americano. Sob o presidente Donald Trump, o governo dos EUA aumentou seu financiamento à Autoridade Palestina e a CIA premiou Arábia Saudita, que é o principal patrocinador do terrorismo islâmico mundial, por combater o “terrorismo islâmico.”
Se a América do Sul imita o Brasil, o Brasil imita os EUA.
A maior parte da Esquerda no Brasil é antissemita, anti-Israel e pró-palestinos. Adicione a essa equação o fato de que a Esquerda brasileira ama a paixão cega da Esquerda americana pelo islamismo. Pelo fato de que o Brasil é a maior nação católica do mundo, adicione também a animosidade inerente e histórica das tradições e costumes católicos contra os judeus e Israel, e o resultado é uma receita perfeita para os esquerdistas abrirem as portas brasileiras para os muçulmanos.
Desde o final da década de 1990 Arábia Saudita vem apoiando a construção de mesquitas e madrassas no Brasil, ainda que o número de muçulmanos permaneça pequeno (registros oficiais mencionam menos de 100.000 enquanto líderes islâmicos mencionam dois milhões).
A Arábia Saudita é o principal aliado islâmico dos Estados Unidos no Oriente Médio, e essa aliança tem facilitado a expansão saudita de uma forma radical de islamismo, inclusive no Brasil.
Tem havido um aumento no número de visitas de líderes islâmicos para autoridades governamentais em nível municipal, estadual e federal no Brasil. Tem havido também uma atividade crescente envolvendo a segurança pública, inclusive a prisão de vários muçulmanos acusados de conspirações terroristas.
Mas o islamismo não tem feito um impacto na população local como seus líderes gostariam. O único jeito de haver um crescimento mais rápido é fomentando a imigração muçulmana ao Brasil. Tem havido um esforço concentrado unindo autoridades governamentais, ONGs (inclusive organizações americanas como a Fundação Ford, a Fundação Sociedade Aberta de George Soros, etc.), grupos cristãos e líderes islâmicos para abrir as portas para mais imigrantes e refugiados. Todos eles têm apoiado a Nova Lei de Migração, que tem sido criticada pelos conservadores brasileiros.
Por que grupos cristãos teriam interesse na imigração islâmica?
O escritor católico Cliff Kincaid disse: “De acordo com seu relatório financeiro para o ano de 2014, o ano mais recente com estatísticas disponíveis, a Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos recebeu mais de 79 milhões de dólares em verbas governamentais para fornecer benefícios para os refugiados.”
Ele acrescentou que o governo dos EUA deu mais de 1,5 bilhão de dólares para organizações católicas durante os dois anos passados.
Então grupos cristãos, principalmente a Igreja Católica, recebem milhões de dólares para facilitar invasão de imigrantes islâmicos nos EUA
Grupos cristãos no Brasil teriam interesses e lucros diferentes?
No Brasil, entre católicos, a instituição mais proeminente defendendo a Nova Lei de Migração é a poderosa tradicionalmente esquerdista Conferência Nacional dos Bispos Católicos do Brasil. Entre protestantes, a ANAJURE divulgou uma nota pública defendendo a nova lei.
A nota da ANAJURE não faz menção de cristãos ou Cristianismo e, considerando que seu diretor, Uziel Santana, visitou uma mesquita para uma reunião com líderes islâmicos e uma parceria com grupos muçulmanos, qual o interesse em sua defesa da Nova Lei de Migração?
Entretanto, a VINACC, que foi instrumental na fundação da ANAJURE, tem criticado fortemente a nova lei.
O senador Aloysio Nunes, que era um guerrilheiro comunista, hoje ministro das Relações Exteriores, é o autor da Nova Lei de Migração que, entre outras coisas, abre as fronteiras do Brasil.
Essa lei, em termos práticos, deixa a política migratória do Brasil nas mãos de organizações internacionais, principalmente a ONU, sem limitar o número de imigrantes que entram no Brasil. Como o ministro da Justiça disse: Pode haver mil, dez mil, cem mil, todos são bem-vindos. Acontece que o Brasil não tem condições de suprir as necessidades de seu povo, com dezenas de milhões vivendo na pobreza. Como conseguirá suprir as necessidades de “cem mil refugiados por ano”?
O Brasil está enfrentando confrontos do pior tipo. Uma crise de confiança, uma crise moral, uma crise econômica, desemprego com dezenas de milhões de pessoas desempregadas, a sobrecarga da previdência social, uma crise séria em seu sistema de saúde pública e uma carga pesada de impostos que impede a prosperidade econômica. Há 60.000 assassinatos por ano, 38.000 estupros e 7,6 milhões de armas ilegais cruzando as fronteiras brasileiras e um nível incontestável de crime organizado e traficantes de drogas.
Considerando que a União Europeia já expressou seu interesse de transferir os refugiados muçulmanos para fora da Europa, será que o Brasil está em perigo de se tornar o esgoto islâmico da União Europeia?
A Nova Lei de Migração facilitará as ambições islâmicas da Arábia Saudita e Turquia?
Com informações do site Israel, Islam and End Times.
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18 de maio de 2017

Pastor Malafaia ataca padre Manzotti: “Por qué no te callas?”


Pastor Malafaia ataca padre Manzotti: “Por qué no te callas?”

Líder evangélico afirma ser preconceituosa a visão do pároco sobre o crescimento dos pentecostais no país e questiona uso de dinheiro pela Igreja Católica

Por Thiago Prado e Maria Clara Vieira
O pastor Silas Malafaia, líder da igreja Vitória em Cristo e presidente do Conselho de Pastores do Brasil, rebateu a entrevista dada a VEJA neste fim de semana pelo padre Reginaldo Manzotti. O cantor e escritor católico alfinetou o crescimento dos evangélicos pentecostais nos últimos trinta anos: “A filosofia do ‘me dê um Fusca que eu te devolvo uma Mercedes’ soa bem, embora seja uma balela”.
O pastor Silas Malafaia, líder da igreja Vitória em Cristo, e o padre Reginaldo Manzotti (Divulgação/VEJA)
Em entrevista ao site de VEJA, Malafaia desceu a borduna na fala de Manzotti sobre como o discurso evangélico tem prosperado em classes menos favorecidas: ““Em situações onde faltam saúde, moradia e alimento, qualquer teologia da prosperidade que prometa cura e riqueza em troca de doações funciona”, afirmou o padre. “É uma visão preconceituosa. Para ele, pobre é burro, idiota e sempre enganado. Mas a história mostra que quem explorou os pobres durante séculos não fomos nós, evangélicos, não”, rebateu Malafaia. “Uma pessoa pode até dar um Fusca esperando uma Mercedes, mas se ele não receber o prometido, pula fora”.
Malafaia defende que a igreja evangélica tem crescido em todos os segmentos sociais e cita o bairro de classe média alta onde vive no Rio de Janeiro. Em vinte anos, afirma que o Recreio dos Bandeirantes passou a ter 18 templos evangélicos (antes eram dois) e a igreja Católica permaneceu com apenas um. “De sete meses para cá, todas as vinte igrejas que abri foram longe de favelas, e olha que eu tenho muitas igrejas nestas áreas. Esse padre está precisando andar mais pelo Brasil para ver se nós evangélicos só pregamos para pobre mesmo”.
O líder evangélico faz ainda uma crítica mais conceitual à forma de conquistar fieis utilizada pelos católicos atualmente. “A questão é que a Igreja Católica deixou de pregar o Evangelho que transforma a vida das pessoas. Veja se você vê a Bíblia na mão de um padre”, questiona. “Sabe por que a Igreja Católica não incentiva seus membros a lerem a bíblia? Porque o dia que eles lerem, eles largam. A bíblia não é dos evangélicos nem dos católicos, é a palavra de Deus. E ela condena a idolatria de ponta a ponta”. Malafaia aponta diferenças sobre o uso de dinheiro nas duas igrejas: “O povo evangélico vê que o dinheiro que eles dão para a igreja fica aqui no Brasil, sendo investido na abertura de novos templos. Nós não mandamos bilhões todo ano para cobrir déficit de corrupto no banco do Vaticano”.
Malafaia chega a desafiar Manzotti a abrir as suas finanças. Embora o padre seja um dos maiores vendedores de CDs, DVDs e livros do país, afirma viver de uma herança da família e do salário pago pela paróquia. “Esse padre perdeu a oportunidade de calar a boca. Como disse o rei da Espanha para o Hugo Chavez, “por que não te callas?”. É melhor ele continuar cantando do que ficar falando asneira a respeito da religião dos outros”.
Fonte: Revista Veja
Divulgação: www.juliosevero.com
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