31 de maio de 2017

Sinais dos tempos: Robô pregador agora dando bênção para membros de igrejas na Alemanha


Sinais dos tempos: Robô pregador agora dando bênção para membros de igrejas na Alemanha

Jessilyn Justice
Precisa de uma bênção? Dê uma parada em alguma igreja europeia, selecione seu idioma e deixe um robô dar um ânimo a você.
Se gostar da mensagem, você pode até imprimi-la ou levá-la para casa, por cortesia do robô “BlessU 2.” Veja: https://youtu.be/dw7zXQnr0WM

“É um experimento para inspirar discussão,” diz Sebastian von Gehren, porta-voz da igreja.
O robô fez sua estreia na mesma cidade em que Martinho Lutero afixou suas 95 teses na porta da igreja. Von Gehren, da Igreja Evangélica em Hesse e Nassau, diz que o robô foi conscientemente construído para não lembrar uma aparência humana típica.
Quanto aos que estão recebendo as bençãos do robô, “metade acha incrível” enquanto “a outra metade não consegue imaginar receber uma bênção de uma máquina,” diz Von Gehren.
Será que os robôs são um jeito moderno de divulgar a Palavra de Deus ou estão substituindo os pastores?
Traduzido por Julio Severo do original em inglês da revista Charisma: Sign of the Times: Robot Preacher Now Blessing Parishioners
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29 de maio de 2017

Trump e Papa Francisco e seu sorriso ideologicamente fatal


Trump e Papa Francisco e seu sorriso ideologicamente fatal

O progressista Martin Luther King teria sorrido?

Julio Severo
A grande mídia esquerdista dos EUA começou a promover uma narrativa de que o presidente Donald Trump e o Papa Francisco tiveram uma reunião “tensa” no Vaticano, porque numa foto Trump estava sorrindo e o papa não.
Foto produzida por católicos “conservadores” do Brasil
No Brasil, a interpretação equivocada foi pior. “Conservadores” católicos radicais sugeriram que o sorriso de Trump foi confirmação de que ele é conservador, e a falta de sorriso no papa foi confirmação de que ele é um comunista! Aliás, eles usaram (e abusaram) várias fotos de Francisco.
O líder pró-vida americano Bill Donohue, que é presidente da organização conservadora Liga Católica, disse que essa narrativa é falsa.
Ele publicou a seguinte repreensão forte aos meios de comunicação:
A primeira reportagem que ouvi nesta manhã sobre a reunião entre o presidente e o papa foi na rádio: a rádio WCBS disse que os jornalistas estavam reparando no fato de que o presidente Trump sorria, mas o Papa Francisco não. Isso tem de significar algo, é claro. Mas não significa — não significa nada. Como até mesmo os jornais esquerdistas New York Times e Washington Post reconheceram, os dois estavam todo sorridentes ao se apertarem as mãos. E daí?
Quando me encontrei com o papa, ele mostrou um sorriso de vitória quando apertamos as mãos, mas parecia sério durante uma das fotos com nosso grupo. Esse é o jeito dele. Imagine se Trump não estivesse sorrindo e o papa estivesse. Isso significaria que Trump havia sido colocado no lugar dele? E se nenhum dos dois estivesse sorrindo? Isso significaria que os dois se odeiam?
Pela experiência de Donohue, o papa poderia ser visto sorrindo ou não sorrindo nas fotos da mesma reunião, e tudo dependeria da escolha do fotógrafo, que poderia escolher uma foto com Trump sorrindo e o papa não. Ele poderia também escolher uma foto com o papa sorrindo e Trump não.
Donohue disse:
O presidente Trump e o Papa Francisco discordam na questão do aquecimento global e imigração, mas eles têm mais em comum sobre aborto, “casamento” gay, ideologia de gênero e liberdade religiosa do que o que os divide. A diferença real era entre o presidente Obama e o Papa Francisco — nessas questões e outras — embora a mídia americana não noticiasse sobre isso.
Contudo, Donohue foi generoso com o desacordo entre Trump e Francisco ao limitá-lo só à questão do aquecimento global e imigração, pois a verdade é que Trump não tem se oposto ao “casamento” gay do jeito que ele tem se oposto ao aborto. Nesse aspecto, a postura de Francisco parece ser mais conservadora do que a postura de Trump, que tem mantido o imperialismo homossexual de Obama.
O papa também discorda das novas atitudes belicistas de Trump, belicismo que o próprio Trump havia condenado em sua campanha. O Trump belicista (que é essencialmente neocon) de hoje era condenado pelo Trump da campanha. Então o papa não está só: o Trump da campanha também não ficaria contente com o atual Trump belicista.
A propósito, se eu fosse presidente dos Estados Unidos, eu levaria um presente especial para o papa: uma coleção de livros sobre o Presidente Ronald Reagan ou outro líder americano conservador. Trump poderia ter feito isso facilmente.
Entretanto, ele deu a Francisco uma caixa de livros de primeira edição do Rev. Rev. Martin Luther King, Jr., e disse: “Acho que você adorará esses livros.”
Momento em que Trump dá coleção de Martin Luther King para Francisco
King foi um famoso líder progressista americano. Ele era adepto do Evangelho Social (muito parecido com a Teologia da Missão Integral), que é a versão protestante americana da marxista Teologia da Libertação. Ele era também um adúltero compulsivo.
Trump estava tentando mostrar ao papa que ele também tem um lugar para a ideologia progressista em sua alma?
Trump não tem um histórico conservador. E seu presente progressista para Francisco está em conformidade com seu histórico. Seu presente mostra que, no que se refere à ideologia progressista, Trump tem afinidade com Francisco?
Se os meios de comunicação fossem honestos, usariam o presente progressista dele para mostrar que o Presidente Trump e o Papa Francisco tiveram uma reunião amistosa.
Se o papa tivesse dado uma coleção de Martin Luther King para Trump, a mídia esquerdista e os conservadores católicos brasileiros estariam dizendo: “Está confirmado. Francisco é progressista!” Mas foi Trump quem deu. O que está confirmado então?
Francisco retribuiu o presente de Trump com uma grande medalha feita por um artista romano — a imagem de um pé de oliveira, que é o símbolo da paz.
“É meu desejo que você se torne um pé de oliveira para construir a paz. Assinei-a pessoalmente para você,” Francisco lhe disse.
“Ooh,” Trump disse. “Isso é tão belo.”
Uma mensagem bela e necessária. Avigdor Lieberman, ministro da Defesa de Israel, disse que ele está preocupado com a “corrida armamentista” depois que Trump assinou um acordo militar colossal (a venda de 110 bilhões de dólares em equipamento militar, representando o “maior acordo da história dos EUA”) com a Arábia Saudita, o principal patrocinador do terrorismo islâmico mundial.
O fato é que Trump está acelerando a corrida armamentista ao armar o povo mais perigoso do mundo: os muçulmanos sunitas. Não dá para se pregar paz e ter um discurso contra o terrorismo islâmico armando os próprios terroristas. E Trump fez isso.
Os neocons adoram guerras. Durante sua campanha, Trump havia feito oposição a eles e sua ganância belicista. Talvez o presente do papa ajude Trump a se lembrar de que os neocons são uma ameaça.
Não é possível sorrir quando os neocons controlam o governo dos EUA para travar guerras desnecessárias no mundo inteiro apenas para produzir empregos no complexo industrial militar dos EUA.
O complexo industrial militar dos EUA sorri para os neocons, que não sorriram para o Trump do ano passado, mas que estão sorrindo para o atual Trump. O papa não está sorrindo, e estou com ele.
Os progressistas sorriem acerca de Martin Luther King. Se Trump estava sorrindo ao dar uma coleção de King ao papa, por que a mídia esquerdista e conservadores católicos brasileiros escolheram usar uma foto do papa não sorrindo?
Certamente, eu não estaria sorrindo ao receber livros progressistas e ao me encontrar com o homem que está armando pesadamente a ditadura islâmica da Arábia Saudita. Mas eu sorriria com a oportunidade de orar por ele, inclusive para que Deus enterre a ganância belicista do atual Trump e ressuscite o Trump da campanha eleitoral, o qual estava contra os neocons. O papa entende o que é aproveitar as oportunidades para Jesus?
Com informações da revista Charisma, DailyMail e Haaretz.
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28 de maio de 2017

Pastores metodistas, presbiterianos, episcopais e batistas lideram comício a favor do aborto nos Estados Unidos


Pastores metodistas, presbiterianos, episcopais e batistas lideram comício a favor do aborto nos Estados Unidos

Micaiah Bilger
A maioria das religiões judaico-cristãs acreditam que a Bíblia ensina que todas as vidas humanas são valiosas e merecem proteção.
Mas há algumas que se desviam do ensino e promovem o aborto.
Um grupo de líderes eclesiásticos do Estado de Nova Iorque recentemente defendeu o aborto na capital estadual, conforme reportagem da Rede Noticiosa Cristã.
Juntos, ativistas abortistas que se identificam como católicos, presbiterianos, metodistas, episcopais, batistas, unitaristas e judeus exortaram os legisladores do Estado de Nova Iorque a apoiar o aborto e a Federação de Planejamento Familiar, a maior rede de clínicas de aborto dos Estados Unidos, de acordo com a reportagem.
“Como pastores, cremos na capacidade dos nova-iorquinos de obter serviços médicos apoiados por seus ensinos religiosos e convicções pessoais,” o diretor Dennis Ross, um rabino judeu reformado, disse ao jornal Legislative Gazette. “Pessoas de todas as religiões creem em aborto seguro e legal, acesso à contracepção e educação sexual, e acreditamos que a Federação de Planejamento Familiar é um fornecedor essencial de serviços médicos.”
Sara Hutchinson Ratcliff da organização Católicas pela Escolha, que não é ligada à Igreja Católica, também participou do evento na cidade de Albany.
“Independente do que os bispos católicos possam dizer aos legisladores, a grande maioria dos fiéis na Igreja Católica discorda de nossa hierarquia acerca das questões do aborto, contracepção, e onde e como deveria ser o papel adequado das vozes religiosas na formulação de políticas públicas,” disse Ratcliff.
É preocupante ver esses líderes eclesiásticos investindo seu tempo e energia no apoio da multimilionária indústria do aborto e da destruição da vida dos bebês em gestação quando eles poderiam estar ajudando as mulheres e bebês que precisam desesperadamente de seu apoio.
As religiões judaico-cristãs ensinam seus seguidores a proteger e defender as pessoas mais vulneráveis, até mesmo quando não é fácil. Os bebês no útero são alguns dos seres humanos que mais sofrem discriminação e violações em nossa cultura hoje. Anualmente nos Estados Unidos, aproximadamente 1 milhão de bebês em gestação são abortados, e suas mães e pais muitas vezes ficam feridos e angustiados.
Os líderes eclesiásticos deveriam estar lutando pelos direitos dos bebês em gestação e exortando os membros de suas igrejas a fazer o mesmo. Muitos já estão fazendo isso. Organizações religiosas e casas de adoração muitas vezes apoiam mulheres grávidas e famílias com crianças pequenas fornecendo apoio material e emocional. Alguns administram lares maternais e centros de assistência às grávidas, outros ajudam famílias com dificuldades com despesas de moradia, alimentação e contas médicas. E muitos oferecem amizade e esperança para mulheres grávidas que se sentem oprimidas e temerosas.
Para aqueles que estão chorando por um bebê abortado, mais casas de adoração estão oferecendo aconselhamento pós-aborto e retiros de cura. Eles asseguram àqueles envolvidos em abortos que eles podem perdoar a si mesmos e obter cura do sofrimento.
Esses líderes eclesiásticos pró-aborto não estão ajudando as mulheres ou suas famílias ao promoverem o aborto. Eles estão ajudando apenas a indústria do aborto.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do LifeNews: Methodist, Presbyterian, Episcopalian, and Baptist Pastors Lead Rally for Abortion
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26 de maio de 2017

Caio Fábio é preso pela Polícia Federal por causa do Dossiê Cayman


Caio Fábio é preso pela Polícia Federal por causa do Dossiê Cayman

Julio Severo
Caio Fábio foi preso na quarta-feira (24 de maio) pela Polícia Federal e encontra-se no sistema prisional da Papuda, em Brasília, de acordo com o GospelPrime.
Caio Fábio
O noticiário da Rede Boas Novas incluiu áudio em que o próprio Fábio reconhece que a causa da prisão foi o Dossiê Cayman.
Como os tempos mudaram. Dois mil anos atrás, o Apóstolo Paulo foi preso por pregar o Evangelho. Hoje, Caio Fábio mostra como um pastor pode ser preso por politicagem que nada tem a ver com o Evangelho. Na verdade, o que ele fez foi contra o Evangelho.
Caio alega inocência, mesmo com provas policiais contra ele. Mas ele nunca se importou com a inocência de ninguém dos que ele atacou a seu bel prazer e carnalidade, tudo por amor a polêmicas e holofotes. Em 2010, sem nenhuma base, ele produziu três vídeos com calúnias e difamações contra Julio Severo, que respondeu neste vídeo: https://youtu.be/rNcnorKrzi0
Embora os protetores políticos de Caio o estejam livrando há anos de prisão com relação ao dossiê nefasto, sua prisão recente foi uma surpresa para ele e seus seguidores. Mas por que se deveria estranhar que numa época em que todo mundo com escândalos petistas esteja caindo só Caio deva ficar ileso? Por que ele passou tantos anos protegido de prisões, sendo que a Polícia Federal tem tantas provas incriminadoras contra ele? Por quanto tempo durarão sua impunidade e proteções políticas?
O Dossiê Cayman, como ficou conhecido, são documentos que apareceram em 1998, nas vésperas da eleição presidencial. Pelas investigações, os documentos que Caio Fábio ajudou a falsificar acusavam que Fernando Henrique Cardoso, na época disputando a presidência do Brasil contra Lula, tinha contas no valor de US$ 368 milhões no paraíso fiscal das ilhas Cayman (Caribe).
O dossiê era pura calúnia e difamação contra Cardoso, produzido exclusivamente para destruir a candidatura dele.
Lula confirmou que teve um encontro com Caio Fábio para conversar sobre o dossiê. Caio teria oferecido o dossiê ao PT pelo preço de US$ 1,5 milhão, mas Lula recusou.
Com o caso Cayman, que expôs publicamente suas atividades políticas oportunistas nos bastidores, Caio caiu em desgraça. Essa foi sua queda política.
Quase na mesma época, descobriu-se que ele estava em adultério com a secretária durante anos. Esses escândalos somados o levaram a acumular uma infinidade de dívidas.
Nesse tempo, ele era da Igreja Presbiteriana do Brasil, da qual foi afastado por causa de seu caso extraconjugal.
Para se recuperar financeiramente, fundou a Igreja Caminho da Graça e desde então passa o tempo criticando toda e qualquer liderança evangélica, mas perdeu o estrelato que tinha na década de 1990.
Em 1994, durante seu apogeu, seu programa de TV, “Pare & Pense”, foi o primeiro programa evangélico de TV a se envolver diretamente no processo eleitoral presidencial, tendo, juntamente com Valnice Milhomens, apresentado o candidato Lula.
Embora o dossiê Cayman tenha fracassado em seus intentos, a estratégia de Caio, ao trazer Lula para o “Pare & Pense”, produziu resultados. Só anos mais tarde Caio confessou:
“Aproximei Lula dos evangélicos, os quais, durante anos, o chamavam de ‘diabo.’ Muitas foram as oportunidades que criei para que ele tivesse a chance de se deixar perceber pela igreja.”
Em anos recentes, por causa da onda antipetista no Brasil, Caio tentou posar de antipetista.
Em 2014, por causa de uma entrevista entre Caio, Olavo de Carvalho e Danilo Gentili, houve uma sensação entre alguns evangélicos de que Caio havia, ao adotar o antipetismo, se tornado antimarxista, ainda que ele tivesse garantido que Marina Silva não é esquerdista. Isso já era sintoma de que ele continuava esquerdista. Além disso, ao dizer no ano passado que Obama não é esquerdista e salvou os EUA economicamente, Caio mostrou que o antigo esquerdismo dele continua intacto e bem envernizado.
Na entrevista de 2014, Olavo, conhecido por atacar a Esquerda e a Direita com palavrões, não emitiu nenhum palavrão contra a ideia de Caio pintar Marina como não-esquerdista nem o criticou pelo Dossiê Cayman. E quando Caio atacou Silas Malafaia, cuja postura então estava contra a Esquerda, Olavo manteve o mesmo silêncio amistoso, que reforçou a sensação ilusória de que o esquerdismo antipetista pró-Marina de Caio não era uma ameaça.
Carvalho perdeu uma grande oportunidade de desmascarar o maior aliciador do PT entre os evangélicos na década de 1990.
O bate-papo estava tão amistoso e aconchegante que mais parecia um encontro de comadres tomando seu chazinho da tarde. Só faltou tricô e crochê.
Se nenhum político de influência conseguir, como nas outras vezes no passado, aprontar truques de bastidores para livrar Caio Fábio da prisão, talvez Gentili e Carvalho possam visitá-lo na Papuda, enquanto tricotam e tomam um chazinho de comadres com ele.
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25 de maio de 2017

Governo Temer investirá R$ 1,5 milhão em “campanha contra homofobia”


Governo Temer investirá R$ 1,5 milhão em “campanha contra homofobia”

Secretária de Direitos Humanos propõe “pacto pela diversidade sexual”

Jarbas Aragão
Enquanto o país é abalado por mais denúncias de corrupção e vive tempos de insegurança sobre seu futuro próximo, o governo Michel Temer vem mostrando que, de várias formas, apenas deu um novo nome ao projeto petista de poder.
Uma das marcas dos 13 anos da administração do Partido dos Trabalhadores foi o investimento de milhões de reais para o avanço de uma agenda política liberal, que promove valores conflitantes com a tradição cristã do país.
Para o segundo semestre de 2017, Temer já autorizou a liberação de R$ 1,5 milhão a serem usados em uma “campanha contra a homofobia”. Flavia Piovensa, secretária Nacional de Direitos Humanos, comemorou a decisão.
Flavia foi recentemente a Washington, EUA, tentar obter uma vaga na Comissão Interamericana de Direitos Humanos.
“A ideia é que nós lancemos no segundo semestre um pacto pela diversidade sexual e o combate a homofobia”, afirmou ela, sem dar muitos detalhes de como será a campanha. “Está garantida a verba da Secom (Secretaria Especial de Comunicação Social), agora podemos sonhar”, sublinhou.
Durante o governo Dilma Rousseff algumas das campanhas contra homofobia foram suspensas por pressão da Bancada Evangélica. Muitos deputados ligados a igrejas diziam que esse tipo de campanha “incentivava o homossexualismo”.
Contudo, a atual diretoria da bancada não emitiu até agora nenhuma nota sobe o assunto, um indício que seu presidente, pastor Takayama (PSC/PR) possui prioridades diferentes do antecessor João Campos (PRB/GO), que ficou conhecido nacionalmente por sua luta ferrenha contra as imposições da agenda LGBT. Com informações O Globo.
Fonte: GospelPrime
Divulgação: www.juliosevero.com
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24 de maio de 2017

Fake News sobre “refugiados” muçulmanos nos grandes meios de comunicação dos EUA


Fake News sobre “refugiados” muçulmanos nos grandes meios de comunicação dos EUA

Organizações cristãs que lucram com imigração muçulmana protestam contra proibição

William J. Murray, presidente da Coalizão de Liberdade Religiosa
Comentário de Julio Severo: Quando William J. Murray escreveu este artigo, Trump estava ainda prometendo prioridade aos refugiados cristãos para entrar nos EUA. Aliás, ele fez uma lei nesse sentido. Mas isso durou muito pouco tempo. A pressão veio e Trump voltou atrás e removeu a prioridade aos refugiados cristãos. Hoje, os cristãos perseguidos não têm nenhuma prioridade no governo Trump. Mas o artigo de Murray, que já foi entrevistado por mim aqui, contém uma importante denúncia contra a grande mídia. Leia:
No ano de 2016, só 68 refugiados cristãos da Síria obtiveram autorização para entrar nos Estados Unidos — não os 37.521 que o jornal Daily Mail e outros grandes veículos de comunicação estão insinuando.
O Daily Mail, o Atlantic e muitas outras publicações estavam baseando seus artigos em informações fornecidas por organizações cristãs que lucram financeiramente com a imigração de refugiados muçulmanos aos EUA. Essas organizações estão sendo pagas milhares de dólares por pessoa para “reassentamento.”
O jornal Atlantic baseou seus números numa citação de Jenny Yang, vice-presidente sênior da entidade ativista World Relief (Socorro Mundial), braço da Associação Nacional de Evangélicos nos EUA que fornece serviços de reassentamento para refugiados e imigrantes. Essa organização, como outros que apoiam a imigração da Síria, recebem verbas do governo.
O Daily Mail, uma grande publicação impressa e online mundial, está na vanguarda da transmissão de informações falsas sobre imigração de refugiados muçulmanos versus cristãos aos Estados Unidos. Enquanto estava noticiando sobre uma entrevista que o presidente Trump deu, o Daily Mail em sua edição de 30 de janeiro escreveu:
“…o presidente se comprometeu a dar prioridade aos cristãos que solicitam condição de refugiados, dizendo que era mais fácil para os muçulmanos entrarem nos Estados Unidos do que para os cristãos. Contudo, as evidências disponíveis mostram que os EUA receberam 37.521 refugiados cristãos e 38.901 refugiados muçulmanos em 2016.”
A publicação então citou uma pesquisa de opinião pública do Pew de que “… a população da Síria é composta de 93 por cento de muçulmanos e cinco por cento de cristãos.” A conclusão óbvia que o Daily Mail quer que seus leitores tirem é que embora a população da Síria tenha apenas 5% de cristãos quase metade dos refugiados sírios que entram nos EUA eram cristãos em 2016. A omissão das estatísticas reais de refugiados sírios foi pior do que jornalismo ruim: teve a intenção deliberada de conduzir os leitores a uma conclusão errada.
A estatística de 37.521 refugiados cristãos entrando nos Estados Unidos no ano de 2016 não representou cristãos sírios, mas em vez disso todos os refugiados de todas as nações. O Daily Mail declara que os cristãos são apenas 5% da população síria, mas aproximadamente 50% dos refugiados sírios que entram nos EUA.
Na realidade, um total de só 68 refugiados cristãos sírios tiveram permissão de entrar nos EUA em 2016, enquanto 98% dos refugiados sírios que eram muçulmanos sunitas tiveram permissão, de acordo com o Departamento de Estado.
As estatísticas sobre refugiados informadas no Daily Mail incluíam todos os refugiados cristãos, até mesmo aqueles que escaparam da Coreia do Norte comunista. Dos 85.000 refugiados que Obama recebeu em 2016, só 12.587 eram da Síria. Os dados do Centro de Processamento de Refugiados do Departamento de Estado mostram que dos 12.587 refugiados sírios que entraram nos Estados Unidos no ano de 2016, a vasta maioria — 12.363 (98,2 por cento) — era muçulmana sunita. Só 68 dos 12.587 — pouco mais que meio por cento — eram cristãos.
Há uma discrepância final. Os números da pesquisa do Pew foram usados porque indicavam a percentagem mais baixa da população cristã na Síria. Contudo, fontes mais confiáveis, inclusive o governo sírio e o Livro de Fatos Mundiais da CIA, discordam dessa percentagem e colocam a população da Síria em 10%, não 5%. Além do mais, até o número de 10% inclui só cidadãos sírios e ignora o fato de que dezenas de milhares de cristãos iraquianos fugiram para a Síria em busca de segurança depois que George Bush invadiu o Iraque em 2003. Essa invasão deixou os cristãos indefesos contra o terrorismo muçulmano sunita.
Os cristãos iraquianos fugiram em busca da segurança da Síria, que tem um governo que os tratou em igualdade com os muçulmanos. Entretanto, logo eles se viram no meio de uma revolta muçulmana sunita financiada pela Arábia Saudita e manipulada e armada pelos Estados Unidos.
O Daily Mail, assim como o Washington Post e outros grandes meios de comunicação, não mencionam que os grupos terroristas na Síria são muçulmanos sunitas. Até mesmo o Departamento de Estado dos EUA sob Obama declarava que o Estado Islâmico (ISIS) era muçulmano sunita e estava cometendo genocídio contra os cristãos e muçulmanos xiitas.
O presidente Trump está tentando ajudar as vítimas de genocídio, um fato que o Daily Mail e a maioria dos grandes meios de comunicação que têm um desejo forte de culturas “diversas” se recusam a admitir.
Traduzido por Julio Severo, com a permissão do autor, do original em inglês: Fake News on Muslim “refugees” in Major Media Outlets. Uma versão editada em inglês deste artigo foi publicada pelo WND (WorldNetDaily).
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23 de maio de 2017

Embaixadas americanas sob Trump avançam a agenda LGBT


Embaixadas americanas sob Trump avançam a agenda LGBT

Julio Severo
Os evangélicos conservadores, cujo voto deu vitória a Donald Trump, haviam esperado que quando ele se tornasse presidente o governo dos EUA pararia de usar suas embaixadas para promover a agenda homossexual, como ocorria muitas vezes sob o ex-presidente Obama.
Embaixada dos EUA na Macedônia
Entretanto, na semana passada, quando ativistas esquerdistas, inclusive Cuba, estavam celebrando o Dia Internacional contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia (DIHTB), várias embaixadas dos EUA sob Trump também o celebraram.
A Embaixada dos EUA na Macedônia tuitou isto:
Estamos hasteando a bandeira do arco-íris hoje para comemorar o Dia Internacional contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia. #DIHTB2017
Trump não fez uma proclamação DIHTB formal, mas seu Departamento de Estado realizou uma “Celebração Mundial de Diversidades de Sexo e Gênero.” Além da bandeira homossexual hasteada na Embaixada dos EUA na Macedônia, Kyle Randolph Scott, embaixador americano na Sérvia, realizou um Prêmio do Arco-Íris na Embaixada dos EUA na Sérvia. Ele disse:
“Os Estados Unidos continuam com o compromisso de avançar os direitos humanos de todos os seres humanos: isso inclui indivíduos LGBT aqui e no mundo inteiro. É por isso que minha embaixada e eu temos o orgulho de apoiar o trabalho da Aliança Gay-Hétero… O Prêmio do Arco-Íris serve como reconhecimento importante para um indivíduo ou instituição que tem contribuído para a luta contra a homofobia e transfobia na Sérvia… A Embaixada dos Estados Unidos contribui para avançar os direitos de indivíduos LGBT na Sérvia de muitas formas. Apoiamos várias organizações ativistas, tais como a Aliança Gay-Hétero, e Pais e Amigos de Lésbicas e Gays.”
Como é que um embaixador americano pode descaradamente usar sua embaixada para promover a agenda homossexual em outros países, inclusive premiando ativistas e grupos gays, sem a autorização de seu governo?
Ted Osius, homossexual assumido que é o embaixador americano no Vietnã, escreveu um texto no blog oficial do Departamento de Estado dos EUA honrando o DIHTB.
Em fevereiro, Trump frustrou sua base de evangélicos conservadores que esperavam que ele removesse Randy Berry, embaixador especial LGBT de Obama (o primeiro desse tipo), cuja missão é promover a aceitação da homossexualidade, bissexualidade e transgenerismo no exterior sob a rubrica de “direitos humanos” e no nome do governo dos Estados Unidos. Em vez de dar atenção aos seus eleitores conservadores, Trump escolheu manter o embaixador homossexual de Obama.
Contudo, muitos conservadores não estão protestando contra tal imperialismo homossexual sob Trump porque seu governo está fazendo avanços econômicos (é a economia, idiota!), mesmo quando a um preço de sangue.
Com informações de LifeSiteNews (Peter LaBarbera) e da Embaixada dos EUA na Sérvia.
Versão em inglês deste artigo: U.S. Embassies Under Trump Advance LGBT Agenda
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